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Porto-paranaguá-infraestrutura (Foto: Foto: Ivan Bueno/ APPA)

 

Desde o início de junho, o imbróglio da negociação pelo tabelamento do frete do transporte rodoviário travou o comércio e embarque de grãos nos portos brasileiros. Para a semana que vem (entre os dias 24 e 30), ainda que essa questão seja resolvida, outro fator deve atrapalhar as exportações: a chuva em algumas regiões, incluindo Santos, onde está o maior porto da América Latina.

A faixa do litoral que abrange desde o Espírito Santo até o noroeste do Amazonas tem recebido, nos últimos dias, precipitações frequentes e persistentes. “Essa chuva não é volumosa, mas se mantém por dias seguidos”, diz Celso Oliveira, da Somar Meteorologia. “A previsão para Santos e Salvador, cidades com portos importantes, é que essa condição permaneça”.

Mesmo que a questão da comercialização e o fluxo de grãos entre fazendas e portos seja regularizada até a semana que vem, os portos de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e da região nordeste devem ter dificuldades com operações de embarque. Nenhum porto do Brasil realiza operações de embarque de grãos em dias de chuva, pelo risco de as cargas ficarem úmidas.

No restante do país, a expectativa para a próxima semana segue o padrão típico do inverno brasileiro: tempo seco em boa parte do território, desde o Paraná até o sertão nordestino, incluindo também Rondônia e Tocantins. 

>> Comercialização de grãos continua travada com indefinição do frete

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